Na Série D, o Santa Cruz vem cumprindo à risca o seu script. Antes do torneio começar, o Tricolor, por sua tradição no futebol, era um dos favoritos ao título. Agora, a equipe coral está a dois jogos de ser campeão. No entanto, antes de provar que de fato é o protagonista da competição, o time terá que vencer o Tupi/MG e o Oeste/SP – que decidiram a outra vaga da final nesta quarta-feira. Para os jogadores do Santa Cruz, porém, não há predileção por adversário. No Arruda, o lema é de “venha o que vier”. Porém, pelo menos um jogador, o zagueiro André Oliveira, demonstrou que tem preferência por um dos times. A explicação, no entanto, passa longe do temor pelo próximo adversário.
– A única preferência é porque Tupi joga próximo do Rio, que é onde eu moro. Mas eu não conheço o adversário. Acredito que a logística também seja mais fácil. O Oeste joga em Itápolis, que é muito longe. Para André Oliveira, independente do adversário na final, os jogadores do Santa Cruz têm que encarar a final com respeito, mas sem abrir mão do favoritismo.
– O Santa Cruz tem que ser favorito, por toda a condição que acumula na sua história. Então nós somos favoritos e temos que abraçar este favoritismo, só que futebol é resolvido dentro de campo. E dentro de campo nós temos nos dedicado. Embora ainda a Confederação Brasileira de Futebol ainda não tenha decidido a ordem dos jogos da final, o zagueiro conta com a torcida tricolor para fazer a festa em casa, seja na primeira ou segunda partida da decisão pelo título.
– Espero que a torcida lote o Arruda no próximo jogo – finalizou André Oliveira.

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